VI ENCONTRO DOS AMIGOS DA TRANSBRASIL - DATA CONFIRMADA

Ola AMIGOS DA TRANSBRASIL

A Data e local do próximo encontro já estão definidos:

Dia 6 de dezembro de 2008 (sábado)

Local: Los Chicanos - entre no site: www.loschicanos.com.br

Endereço: Av. Lavandisca, 457 - Moema

Fone: 5051-6537

Horário: a partir das 12.00h.

Esquema de comanda individual

obs: Não se esqueça de confirmar presença com Loiola - lcloiola@uol.com.br . A confirmação vai permitir que voce participe dos sorteios.

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VI Encontro dos Amigos da Transbrasil

Ola Amigos da Transbrasil, está chegando a hora de nosso encontro de final de ano. Estamos com duas datas possiveis para o encontro. Dias 29 de novembro ou 6 de dezembro. Gostaria da opinião de todos para que pudessemos contar com a presença da maioria.

Estamos com uma novidade para esse encontro. UM NOVO LOCAL chamado MEXICANO, dos mesmos donos do Emporio Moema, mas com espaço maior e mais confortável para acomodar todos os nossos amigos.

Por favor mandem sua sugestão de data para o Loiola lcloiola@uol.com.br

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Transbrasil, que já foi Sadia, ficou doente e morreu

Crônica do Giovanni S. Lenard -  (Ex Braniff e um eterno amigo da Transbrasil.)

 Corria o ano de 1967. A hoje extinta empresa aérea Braniff Airways, Inc., mais conhecida como Braniff International, operava três vôos semanais entre o Brasil e os Estados Unidos. Todos os vôos que saiam do Brasil partiam do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, então o mais importante do pais.  De lá vinham para São Paulo, ou mais precisamente para o aeroporto de Viracopos, em Campinas, de onde prosseguiam para Lima, no Peru. A partir de Lima, os vôos podiam seguir para os U.S.A., diretamente, ou com escalas em Guaiaquil ou no Panamá. Tudo isto para dizer que os passageiros de São Paulo, que quisessem ir para os Estados Unidos via Braniff, não apenas não desfrutavam de vôos diretos para Miami ou New York, como ainda tinham de se deslocar até Viracopos, a 100 km. da capital paulista. Esta situação, evidentemente, colocava a Braniff em desvantagem frente a suas concorrentes, que ofereciam vôos sem escalas para os Estados Unidos. Para enfrentar este desafio, a Braniff passou a oferecer um serviço de traslado entre os aeroportos de Congonhas e Viracopos, utilizando para tanto os aviões turboélice Handley Page Dart Herald da jovem empresa Sadia Transportes Aéreos. Os aviões, bimotores que transportavam  pouco mais de 50 passageiros, percorriam a distância entre Congonhas e Viracopos em 15 minutos. Era uma viagem bem mais agradável do que ter de enfrentar os 100 km. da Via Anhanguera, esburacada e perigosa.  As comissárias de bordo da Sadia não falavam inglês. Logo, todos os vôos eram acompanhados por algum funcionário da Braniff, para que este fizesse os breves anúncios referentes a medidas de segurança ao decolar e pousar - apertem os cintos, não fumem, levantem as mesinhas, comportem-se, etc. Como eu fazia parte da equipe de funcionários de aeroporto da Braniff, e falava inglês, acompanhei muitos desses vôos, breves porém por vezes bem emocionantes. O que pode haver de emocionante em um vôo tão curto? Bem, em verdade os vôos de ida eram rotineiros, exceto aquela vez em que o avião da Sadia quase colidiu com o da Braniff, em Viracopos. Cada avião estava prestes a pousar, o que seria normal, se não intentassem fazê-lo ao mesmo tempo, em sentidos opostos e na mesma pista, aliás a única. O hábil piloto da Sadia arremeteu, eu me estatelei no chão e o distraído controlador de vôo pediu desculpas. Mais emocionantes eram os vôos de volta, entre Viracopos e Congonhas. Voltávamos com o avião vazio, apenas os  pilotos e o funcionário da Braniff - eu, no caso. Havia dois pilotos em particular, parece-me que se chamavam Fauze e Barros, que adoravam brincadeiras práticas. Por exemplo: voavam bem baixo, sobre a rodovia Anhangüera, com todas as luzes da aeronave apagadas. Em dado momento aumentavam a potência dos motores e acendiam os possantes refletores, bem na cara dos motoristas que trafegavam em sentido contrário. Estes, ao serem surpreendidos pelo ruído e pelas luzes sobre suas cabeças, imaginavam logo tratar-se de alguma espaçonave - afinal, um avião não iria fazer uma loucura dessas…Deve haver motoristas por aí que até hoje relatam aos netos o seu aterrorizante encontro com naves alienígenas… Mas aviação é coisa séria, e o fundador e dono da empresa, comandante Omar Fontana, sabia disso.  A empresa foi fundada em janeiro de 1955, com um DC-3, para transportar a carga do Grupo Sadia, de propriedade da família Fontana, de Santa Catarina para o Paraná e São Paulo. Em 1962 a Sadia já decolava de 53 cidades brasileiras, com 15 Douglas DC-3 e 5 Curtiss C-46. Em 1970 ingressou na era do jato, com a chegada do primeiro de dez BAC One Eleven série 500. Em 1972, uma mudança fundamental: a Sadia S.A.Transportes Aéreos mudou a sua razão social para TransBrasil S.A. Linhas Aéreas.A frota foi acrescida e renovada em 1974 e 1983, com a chegada de aeronaves Boeing 727 e Boeing 767-200, respectivamente.  Com o término do monopólio não oficial da Varig, então existente, para vôos internacionais, a TransBrasil passa a operar vôos regulares para Orlando, em 1989. Nos anos seguintes a malha aérea se expande, passando a incluir Miami, Washington, New York, Buenos Aires, Viena, Amsterdam, Lisboa e Londres.  Em 1994 a empresa declarou ter obtido um lucro líquido de US$ 34 milhões, atingindo uma participação de mercado de 28%.  Chegamos ao dia três de dezembro de 2001. A TransBrasil, prestes a completar 47 anos, parou de voar. As lojas estão fechadas. Os poucos aviões remanescentes não podem decolar por falta de combustível, e não há mais dinheiro, nem para comprar o vital querosene, nem para pagar os funcionários ou as despesas de manutenção.  Por que? O que aconteceu? Quais são as perspectivas da empresa retomar o seu lugar nos céus brasileiros e internacionais?  Eu não sei, e não é meu intento responder a estas questões, por mais pertinentes que sejam. Para tanto, como diria Camões, " falta-me o engenho e a arte ".Conheço apenas os fatos acima descritos, que acompanhei por militar na indústria turística durante as últimas três décadas. Não conheço em detalhes os bastidores do problema, apenas o seu desenlace. Mas sei que o fim da TransBrasil representa um momento de profunda tristeza para todos nós, aeroviários, passageiros, colegas de profissão dos mais variados ramos do turismo. Termina, com a TransBrasil, mais do que uma empresa aérea. Termina uma era de pioneirismo, de coragem, de inovação.  O grande timoneiro da TransBrasil, o comandante Omar Fontana, saiu de cena há um ano. Seu nome será sempre lembrado com saudades pelos que o conheceram e acompanharam sua carreira.  E será também com saudades que lembraremos da Sadia / TransBrasil, sua gente simpática e seus comandantes brincalhões.   Giovanni S. Lenard13.12.2001 

A Transbrasil continua viva no coração daqueles que tiveram o privilégio de conhece-la. (Loiola)

    

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Ă€ toda famĂ­lia TransBrasil.

Primeiramente, parabéns pelo blog. Me sinto na obrigação de louvar atitudes como esta (de resgate das amizades, da história, enfim, da vida que uma pessoa levou com outra, mesmo que profissionalmente), pois no mundo individualista em que vivemos, tal ação tem se mostrado cada vez mais escassa.

Gostaria de dividir com todos que acessam o blog o sentimento que tomou conta de mim ao ver as fotos dos encontros, os textos publicados e ao saber que uma época, que foi essencial para minha criação, ainda respira, através dos pulmões de quem a viveu.

Meu nome é Saulo, sou filho do Silvio Luiz Alves e da Lauricy do Carmo Simão, ambos da TransBrasil. Tenho certeza que muitos não se lembrarão de mim, mas, felizmente, a recíproca não é verdadeira. Claro que uma família tão grande não cabe na minha memória, mas muitos que estão nas fotos dos encontros, residem nela. Alguns exemplos são, Bárbara, Sr. Gilson (na época diretor do São Paulo Futebol Clube), Arruda (na época delegado do GOE), o pessoal da auditoria, Fernando e Paulinho (protagonistas de um show de futebol, onde, literalmente bateram cabeça, fato que rendeu cicatrizes de guerra aos dois…rs), Marco Antônio (e seu inseparável cachimbo), Valdemar… o próprio Loiola, Cmte. Lázaro, Cmte. Riso, o meu ídolo Paes de Barros, o Nestor, da manutenção (creio que hoje na Tam), nossa… são tantos nomes… fato é que vocês, que trabalharam em CGH, são sim, responsáveis por um pedaço muito significante do meu ser, rs.

Hoje, tenho 23 anos, sou formado em publicidade e marketing, coordeno o departamento de Marketing de um escritório de Campinas, enfim, vivo disso. Minha cabeça está nisso. Mas meu coração é quem comanda meus olhos ao ouvir o ruído de um turbo-fan passando sobre mim. Desde a época da Creche da TransBrasil, até os meus 13 anos, eu visitava a sede da TransBrasil em CGH freqüentemente.

Me lembro como se fosse ontem daquela entrada do estacionamento ao lado do pátio da Líder…, onde, à minha esquerda, ficava o prédio onde estava, dentre outros, o depto. financeiro. Outrossim, à direita, o refeitório. Seguia a passos largos, já embalados pelo som dos testes de APU no fim da base, já perto do estacionamento de trás, para o prédio onde minha mãe trabalhava, na época na auditoria interna e, também na presidência da CIPA. Subia aquelas escadas verde-escuras, rapidamente para tentar visualizar ao menos uma pontinha do hangar num lugarzinho que ficava próximo aos banheiros daquele prédio. Quando tinha o movimento do 737-300 então, eu corria como um louco até a guarita da pista (entre a gráfica e o prédio da até então recém – criada Target). Ficava lá, plantado, segurando no alambrado e olhando… como um louco, o táxi dos “trêssetão”… lembro que ao lado da gráfica tinha uma sala onde ficavam vários pneus das aeronaves… Que época!

Logo tocava a sirene do almoço e vamos para a fila, na parte de trás do refeitório. Bandejão na mão e “Só pode pegar uma sobremesa, filho, mas toma a minha”…rs. Ficava mastigando e olhando para os quadros expositivos, onde tinha a foto do 737-400 voando em ala com o 767-200… de asas azuis…rs. Impossível não me empolgar. Vamos para o período da tarde. Frisson entre alguns que circulavam pelo pátio… tem algo extraordinário no areoporto… Aterrissagem do 767 em congonhas… temos que ver. Mágico. Momentos de tensão: a Mercedes azul marinho está chegando no estacionamento… Dr. Omar. Teve um dia que não teve jeito: o homem me viu e me chamou. Pensei: e agora, o quê que eu falo? E se ele brigar com minha mãe? “Você está perdido aqui, garoto?” “Não… só estou esperando minha mãe e vendo os aviões.” “ Ahhh, então estuda pra ser um bom piloto quando crescer.” Respondeu resignado enquanto me passou um chiclete. Único contato.

Eu sei: não tenho a mesma dimensão que vocês, que trabalharam tantos anos lá, mas saibam, que os poucos anos que eu pude freqüentar aquele ambiente, até 1998, para ser mais exato, foram vitais. Me contagiei. Tenho brevê de piloto privado, sou apaixonado por isso, mas quando entro no monomotor, cessna, aeroboero, ou qualquer outra coisa com asas e dou a ignição, penso comigo mesmo um P.A para os passageiros: “Srs. Passageiros, cordial bom dia. Quem vos fala é o comandante. Desejo a todos as boas vindas ao 767-200 da Transbrasil. O nosso tempo previsto de vôo é cerca de todos os anos do resto da suas vidas, com destino para a eterna lembrança. Peço a colaboração para respeitem os avisos luminosos de apertar cintos e não fumar, bem como para que mantenham suas poltronas na posição vertical e verifiquem também se as mesinhas a frente estão fechadas e travadas. Esta tripulação está honrada em recebê-los a bordo e espera revê-los em breve em uma de nossas aeronaves.” Eu é que fico honrado em poder participar, mesmo como coadjuvante dessa história de 7 cores. O arco-íris que nunca deixou os meus sonhos. Obrigado a todos vocês, responsáveis por isso. “tripulação, preparar para decolagem.”

Saulo Luiz Alves.

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Notas sobre o V Encontro dos Amigos da Transbrasil

Como sempre, tivemos um grande número de amigos nesse encontro, com algumas surpresas de amigos que apareceram pela primeira vez. Nossa "familia" vem aumentando a cada novo encontro.

É sempre uma sensação muito boa, de ver tanta gente feliz em se reencontrar. É o prazer de abraçar um amigo… poder matar a saudade… e relambrar muitas histórias das quais fomos protagonistas diretos ou indiretos.

É fácil sentir (e quase possivel ver) a energia altamente positiva que emana desse grupo,  que se reune somente em nome da amizade.

É impressionante como ganha vida o tema de uma campanha que dizia "A TRANSBRASIL SOMOS NÓS"…  e ela vai continuar existindo enquanto nós continuarmos unidos.

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Mensagem de Pedro Condini

 Transcrição na íntegra de mensagem recebida em 3 de junho de 2008

A música “Se não fosse você” que ouvimos em horas felizes de nossas vidas, gravam em nossos pensamentos, recordações que jamais esqueceremos,  essa música sempre viverá com nós até o último momento, alertando-nos para o dia de amanhã e deixando-nos a lançar ao redor dos nossos cérebros, uma longínqua lembrança do passado, talvez triste, talvez feliz. Essa recordação e a saudade, tangíveis em acordes harmoniosos que produzem por vezes suspiros profundos e confortadores. E por vezes fazem brotar lágrimas cristalinas, como conseqüência a momentos felizes, que se foram… Tudo passa na vida e assim passaram tão depressa um dos melhores tempos de nossas vidas, a de colegas da Transbrasil, agora novos rumos se nos apresentam. Cada qual contempla a nova estrada a percorrer, mas há tantas curvas… e não podemos saber a que nos espera !    Entretanto, tudo passará como passaram aqueles anos, infelizmente são as horas de infortúnio as que ficam gravadas, as que cavam sulcos profundos em nosso coração. Ah !  só aí daremos valor a encontros como esse organizado pelo amigo e recordaremos uma por uma das nossas amizades, do nosso tempo de felicidade e ficaremos bastante felizes em passar também pelo cenário da memória dos outros colegas presentes. Pedro Condini

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Reflexões

De nosso "personal" poeta Glecymar Coelho

 Sampa, 7 junho 2008

Nuvens…

Arco-iris,,,

People…

Temas, sem temas…

Vidas, só vidas… Vivemos…

Nuvens…

Se sobre voamos, sob… vivemos…

Se na esperança aconteçemos…

Nuvens…

Não importa o nivel…

Na aviação o level… Não impota…

Torre Congonhas, embaixo travado, livre pouso…

Brasil 2008, livre pouso…

chek o trem

Embaixo travado

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5Âş Encontro dos Amigos da transbrasil

Olá Amigos da transbrasil

Está chegando a hora de matar a saudade!!!

Nosso próximo encontro será dia 7 de junho de 2008 - um sábado - a partir das 12.00h

O local é o de sempre: Empório Moema, que fica na rua Macuco 218 esquina com a rua Canários, no bairro de Moema.

O espaço é bastante propício para nossos encontros e o pessoal de lá não tem medido esforços para nos atender da melhor maneira.

Como sempre, peço que confirmem a presença. Esse pequeno gesto faz uma grande diferença para quem organiza. 

Então, se voce vai, basta enviar um e-mail para: lcloiola@uol.com.br. Dessa forma, temos como dimensionar o espaço para que todos se acomodem, bem como providenciar seu cracha de identificação.

Não se esqueça de levar a máquina fotográfica, e se tiver fotos da época, leve também!!!!

Aguardo seu e-mail com seu nome, area que trabalhou na TR  e nome que voce quer no crachá. (nome de guerra)

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Fotos do IV Encontro

Já temos em nosso blog 83 fotos, das quais 57 recebemos da Lourdes e outras 26 tiradas por mim. Se voce tem fotos desse encontro por favor nos envie. Se tem fotos de encontros anteriores também pode mandar, basta informar a qual encontro se refere. Solicitamos ainda, para aqueles que têm fotos antigas da empresa, que mandem. Queremos criar um link só com essas fotos que contam um pouco da nossa história.

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